Ternura e explendor
sob o mesmo sol.
Águas do meu guaiba a beijar teu ventre
a molhar tuas margens, lábios de areia e pedra,
que sorriso louro no final de tarde,
a receber teu povo nas margens do horizonte.
Sonhos e devaneios sustento por ti
a imaginar teu berço esplendido por natureza.
Porto feliz, dos casais amáveis
dos peitos infláveis de orgulho e fervor
Porto, és meu porto
em outrora despedida, fiz.
Então não vêdes que tuas margens somem
quando minhas lágrimas choram por ti.